A ilha do mel capixaba. Terra da Fênix Capixaba. Das borboletas. Dos colibris!
 Recuerdos da ilha do mel capixaba, a ilha do mel do sudeste.
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Festas juninas e virada fashion nas passarelas da vida!

 Não sou mãe biológica, ainda. Mas, já contei na minha vida duas filhas de criação. E agora, conto mais uma filha: minha querida mãe! E, serena e tranquila, sigo em frente. Quem sabe num futuro não distante um machinho, um lindo menino, não me venha até a mim?!  Se biológico ou não, só o tempo dirá... Para quê a pressa, então?!  Só não vou terminar de criar filhos de outras mães biológicas que recusaram a mim o sagrado direito da maternidade biológica. E, não foram poucas tais mulheres. Foram muitas. E, como diz a Luka: Tô nem aí! Não vem falar dos seus problemas que não estou nem aí.  Faloris?! É que, pessoas lindas, jamais confundo humildade com o excesso dela, a subserviência. Amo a mim mesma o suficiente para me querer linda, maravilhosa, feliz e poderosa, vitoriosa, gloriosa. Graças a Deus!

 Uma amiga minha jogou fora a vida dela... Vivia dizendo que todo mundo a invejava. Porque ela era namorada de um homem poderoso. Com um pequeno defeito no dedo anular da mão esquerda!  Eu dizia para ela o mesmo que a mãe dela dizia. Por isso mesmo, sempre brigamos no tocante a este quesito: concubinato!  Quê qué isso? Olhem lá no dicionário, faloris?! Mas, simplificando, eu digo mesmo que não nasci para ser a outra na vida de ninguém. Marido meu, sim. Marido de outra? Tô fora! Pura e simplesmente porque não consigo me iludir como muitos e muitas. Nenhum conjuge vai largar o outro, se conseguir uma muleta, uma outra pessoa para ser o tripé, e sustentar o seu mau casamento.  Não preciso nem dizer que essa minha amiga jogou fora a linda vida dela, e se ilude até hoje, porque ficou só. Só. Só. Sem o marido da outra. Enfim, a escolha foi dela, não é mesmo? MAs, sinceramente, querer e desejar que eu faça as mesmas escolhas dela?! Xô! Passa fora!  E, afinal de contas, não estou julgando ninguém. Mas, não admito que queiram me forçar a caminhar por uma estrada que não é a minha. Faloris?!  Tão pensando que é brincadeira?! O que tem de neguinho que tenta puxar o outro escada abaixo... Ô loco, sô!  Tô fora! Ah! Já falei, mas, estou repetindo. Créu!

 Sonhar sonhos é tão bom! Dormindo ou acordada... Sonhar ajuda a criar! A fazer acontecer! Bons sonhos pois, pessoas lindas! E tem festa junina na área! Acreditam?! Sério! Viva! Querem uma paçoquinha?! Nhé

 



Escrito por Cássia Capixaba às 23h02
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Alguém pode me informar onde foi parar a cortesia? E a gentileza?!

 Ô loco sô!  Pessoas lindas da minha vida... Cansei! É sério!  Buááááá snif snif snif  Eita sô! Não perco minha feminilidade. Nem mesmo no campo profissional. E hoje encarei uma Aprendiz a Sócia! Eca!  Mas, também... Que profissão danada de competitiva a dela! Parece homi, cruz credo!  Não! Também não é assim. Ela é simpática. Me atendeu até a exaustão. Até compreender o que eu queria. Que ela não tinha. E me explicou porque não tinha. Foi sincera. Disso eu gostei. Amei. Mas, também, cada pessoa não linda que ela deve atender, né não?!  Fui massacrada e na reta final ela e eu nos entendemos. E ela e a Liza idem. Mas, afe! Ô maratona, sô!  A área dela? Consultoria imobiliária. Ô dó! E olhe que minha vida profissional em momentos não páreo nem para homem, que dirá para mulheres femininas.  Já sei! Na vida de um Roberto Justus, não sou candidata a Aprendiz a Sócia, tô mais para e feminina e cândida atriz da vida real dela mesma: a patricinha da esposa dele, filhota caçula da eterna Garota de Ipanema.  É que sou feminina que nem minha linda mamãe querida, aniversariante de junho, idem!  Parabéns, mamãe querida! E obrigada por ter me amado e ter me dado a vida, gloriosa vida!

 Vida profissional por vezes é massacrante, né não, pessoas lindas?!



Escrito por Cássia Capixaba às 20h45
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